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Yet GO: Não queremos brigar com o Taxi

Criado no Brasil, o aplicativo Yet GO acaba de entrar no mercado para competir com Uber, Cabify e seus semelhantes, apostando na inclusão de serviços na plataforma: sejam motoristas autônomos, táxis ou mototáxis. Jailson Ferreira é um dos sócios da empresa, que tem 235 funcionários e bases em Porto Alegre, Belo Horizonte e Belém do Pará.

GeraçãoE – Como surgiu o app?

Jailson Ferreira – Alberto Júnior, meu sócio e amigo, descobriu o app, que estava sendo desenvolvido em Belo Horizonte. Me ligou e falou: “Olha, estou com uma revolução na mão. Não vamos reinventar a roda, vamos aprimorá-la. Por que uma empresa brasileira não brigar com uma gigante?” Eu disse: bora. Começou com capital pequeno e recebeu investimento de R$ 5 milhões. Hoje, está avaliada em R$ 200 milhões.

GE – O que este app tem para você ter investido nele?

Jailson Ferreira Quanto à operacionalização, é basicamente igual aos outros. Mas é uma empresa brasileira. Nós não queremos brigar com o táxi, mas chamá-lo para o nosso aplicativo, chamar as cooperativas para o nosso lado.

GE – De que forma o Yet GO consegue dar 40% de desconto?

Jailson Ferreira Essas tarifas são ganância. Tomaram conta do mercado e ficaram gananciosos.

GE – Quanto por semana um motorista pode tirar?

Jailson Ferreira De R$ 1,2 mil a R$ 2,5 mil. Ficamos com 25% de um carro comum e 20% do luxo. E o táxi paga uma taxa fixa de R$ 2,00. O nosso preço chega a ser 10% menor e não temos tarifa dinâmica.

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